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Fundamentos teóricos para a análise de comunidades linguísticas rurais

 

Em sua 1ª Etapa, o Projeto Vertentes enfrentou diretamente a questão histórica da participação do contato entre línguas na formação da realidade linguística brasileira. O universo de observação adotado, então, foi o de observar a fala das comunidades rurais afro-brasileiras isoladas. Muitas dessas comunidades têm a sua origem em antigos quilombos (agrupamentos de escravos foragidos) ou se formaram em torno de antigas propriedades rurais de seus senhores após a abolição da escravatura. Os escravos que haviam nascido na África teriam aprendido o português como segunda língua muito precariamente no ambiente de trabalho forçado da lavoura. Já os escravos nascidos no Brasil, que, em muitos casos, eram filhos de pais que falavam línguas africanas diferentes e mutuamente ininteligíveis, teriam aprendido o português como língua materna a partir do modelo defectivo de português falado como segunda língua, que os escravos mais velhos usavam na senzala. Esse processo de nativização de um modelo defectivo de segunda língua – que nós denominamos de transmissão linguística irregular – teria dado origem a uma variedade linguística do português muito diferente do português falado pelos colonos portugueses. E, devido ao isolamento em que essas comunidades de descendentes de escravos viveram no interior do Brasil até pelo menos a primeira metade do século XX, essa variedade bastante alterada do português foi sendo passada de geração em geração sem maiores alterações até sofrer a crescente influência do português urbano culto (ou semi-culto) nas últimas décadas; influência essa que se reflete nos padrões de variação e mudança linguísticas que se observam hoje nessas comunidades.

O processo de transmissão linguística irregular pode levar até ao surgimento de uma nova língua, chamada língua crioula, ou produzir mudanças significativas na estrutura da língua dos dominadores, que é assimilada, nesse tipo de contexto histórico, pelos povos dominados.

Acreditamos que esse segundo caso se ajuste melhor à história sociolinguística do Brasil. Ou seja, o contato entre o português e as línguas africanas no Brasil não chegou a produzir uma língua crioula estável (como ocorreu nas Guianas e no Caribe), mas promoveu uma série de mudanças nas variedades da língua portuguesa faladas no país, sobretudo nas camadas populares da zona rural. O resultado mais notável de todo esse processo é o amplo e profundo quadro de variação no uso das regras de concordância nominal e verbal, que diferencia o português do Brasil do português de Portugal, onde, ao que tudo indica, a língua se mantém estável no que diz respeito a esse aspecto da gramática.

O fato empírico que fundamenta tal análise é o de que, em todas as situações em que ocorre o contato maciço entre línguas, observa-se uma redução/eliminação da morfologia flexional do nome e do verbo da língua alvo e das regras de concordância que derivam dessa morfologia flexional. Portanto, seria muito improvável que a ampla variação no uso das regras de concordância que se observa no português do Brasil não estivesse relacionada historicamente ao amplo processo de transmissão linguística irregular presente na sua formação. Através do estudo sociolinguístico das comunidades rurais afro-brasileiras foi possível identificar quais as alterações o contato entre línguas teria produzido no português brasileiro.

Mas só o estudo dessas comunidades de fala não é suficiente para esgotar a questão. Até mesmo para demonstrar que a fala das comunidades rurais afro-brasileiras isoladas constitui uma variedade específica dentro do cenário mais amplo do português brasileiro, é necessário proceder a um estudo contrastivo do português afro-brasileiro com outras variedades do português rural. Se for constatado que o nível de variação na aplicação das regras de concordância é mais elevado nas comunidades afro-brasileiras do que em outras comunidades da zona rural, a hipótese da relevância do contato entre línguas fica reforçada, já que se espera que os efeitos do contato entre línguas sejam mais evidentes nas comunidades de fala afro-brasileira, em cuja formação o processo de transmissão linguística irregular foi mais intenso. Daí a importância de se fazer um estudo mais amplo, cotejando as comunidades de fala afro-brasileiras com outras comunidades rurais não marcadas etnicamente, como o que está em curso na 2ª Etapa da pesquisa do Projeto Vertentes, que focaliza o português popular do interior do Estado da Bahia. Nesse sentido, a pesquisa não deve se restringir ao estudo variacionista das regras de concordância, outros aspectos da estrutura gramatical que podem ser afetados pelo processo de transmissão linguística irregular – tais como: a realização do sujeito pronominal, a morfologia modo-temporal dos verbos, a flexão de caso dos pronomes etc. – devem também ser analisados no sentido de ampliar o conhecimento acerca da história linguística do Brasil.

Por outro lado, o cotejo dos padrões de fala que se observam, em um mesmo município, entre os habitantes da sua sede, por um lado, e os habitantes da zona rural, por outro, pode revelar o ritmo da difusão de padrões de comportamento linguístico no interior do país. Segundo a hipótese que orienta esta pesquisa, a história da língua portuguesa no Brasil teria se dado através de duas grandes vertentes. Durante o período colonial e do império, enquanto nas pequenas cidades da costa brasileira se falava um português muito decalcado dos modelos europeus, no interior do país a língua portuguesa sofria profundas transformações em função do contato com as línguas indígenas e africanas. Assim, o português brasileiro se formou em torno de dois grandes pólos: a norma culta, falada nas cidades pelas pessoas escolarizadas; e a norma popular, falada no interior do país e nas periferias das grandes cidades pela grande maioria da população brasileira alijada dos serviços públicos de educação, saúde e de todo o universo da cidadania. Contudo, a partir do século XX, essa polarização começou a se atenuar, e os padrões linguísticos urbanos passaram a ter mais influência sobre as regiões do interior do país, eliminando, através de um processo de nivelamento linguístico, as marcas mais intensas que o contato entre línguas teria produzido nos dialetos rurais brasileiros.


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Fundamentos teóricos para a análise de comunidades linguísticas urbanas

O resgate do conceito de norma linguística no âmbito da teoria da Sociolinguística Variacionista promovido por Lucchesi (1994, 2001, 2002 e 2006) visa contribuir para uma melhor compreensão da realidade linguística brasileira, bem como da sua formação histórica. O autor parte dos parâmetros assumidos por Labov (1972, 1974, 1982 e 1994) para definir o objeto de estudo da Sociolinguística: a comunidade de fala [1]. Para Labov, a comunidade de fala se define, menos pela semelhança entre o comportamento linguístico dos seus membros, do que pelo sistema de referência para a avaliação desse comportamento linguístico – o ideal linguístico da comunidade. Como a avaliação subjetiva das variantes linguísticas é um dos fatores determinantes para a implementação de mudanças linguísticas dentro da comunidade de fala, no que se denominou de problema da avaliação (WEINREICH, LABOV & HERZOG, 1968), a comunidade também se definiria pelas tendências compartilhadas de mudança linguística.

Mas, apesar de destacar a uniformidade dos sistemas de valores dentro da comunidade de fala, Labov (1974) reconhece a existência de sistemas de valores divergentes dentro de uma mesma comunidade, ou ainda a possibilidade de conflito entre sistemas de valores. Através do que chamou de índice de insegurança linguística, Labov (1974) observou em seu estudo da comunidade de Nova Iorque que a influência do padrão (do inglês standard) era muito mais notável entre os falantes de classe média do que entre os falantes das classes alta e baixa. Do mesmo modo, constatou que os sistemas de valores dos nova-iorquinos negros e brancos são inteiramente opostos; enquanto "muitos nova-iorquinos brancos gostam do som da fala dos sulistas brancos", os falantes negros "gostam de quase qualquer tipo de fala nortista", e rejeitam os padrões linguísticos característicos do sul. Essa divergência de sistema de valores dentro de uma mesma comunidade de fala colocou um problema para a teoria sociolinguística, já que a sua noção de comunidade de fala se baseava em uma uniformidade do sistema de avaliação social das variáveis. Através do resgate do conceito de norma linguística, proveniente do modelo teórico estruturalista, Lucchesi buscou uma saída para o impasse.

Em sua concepção mais básica, o conceito de norma linguística define o padrão de comportamento linguístico de um grupo dentro da comunidade linguística. Tomando-se como base o sistema de avaliação subjetiva das variantes linguísticas e as tendências de mudança, a proposição de normas linguísticas distintas dentro de uma mesma comunidade de fala decorreria da possibilidade de se identificar, no seio dessa comunidade, sistemas de avaliação social da variação linguística diferenciados, associados a processos independentes de mudança linguística (LUCCHESI, 2006). Portanto, a proposição de duas normas distintas – a norma culta e a norma popular – como pólos da realidade sociolinguística brasileira fundamenta-se na possibilidade de os falantes de cada uma dessas normas adotarem valores diferentes na avaliação das variantes linguísticas concorrentes no português brasileiro. Bortoni-Ricardo (2005, p. 101), por exemplo, chama a atenção para fato de que, em uma comunidade formada por rurbanos na periferia de Brasília, a variante monotongada do ditongo crescente final de palavras paroxítonas (e.g., paciença por paciência), que constitui um estereótipo para os falantes da norma culta, não é uma marca de estigma para esses falantes da norma popular [2]. Por outro lado, Lucchesi (2006, p. 104-5), cotejando os resultados de várias análises sociolinguísticas da concordância verbal junto a 3ª pessoa do plural em distintas variedades do PB, identifica diferentes tendências de mudança linguística que separam a norma culta da norma popular.

Portanto, a visão polarizada da realidade sociolinguística brasileira em que se opõe uma norma culta, formada pelos padrões coletivos de comportamento linguístico das classes de maior poder aquisitivo e alto grau de escolaridade, a uma norma popular, depreendida do comportamento linguístico dos segmentos urbanos, rurbanos e rurais de baixa ou nenhuma escolaridade, fundamenta-se de forma consistente na teoria sociolinguística, com base nos parâmetros adotados na delimitação de seu objeto de estudo. E, assim sendo, constituem cada uma delas sistemas igualmente heterogêneos e variáveis, não cabendo a crítica de que "melhor seria falar em normas", a não ser que essa subdivisão esteja apoiada em fundamentos teóricos consistentes, e não na percepção impressionística da heterogeneidade, que é inerente a todo sistema linguístico, tomado em sua dimensão sócio-histórica. Ademais, perder-se-ia com isso, uma referência heurística importante: a polarização sociolinguística da realidade linguística brasileira, já percebida e destacada pelo grande pioneiro dos estudos históricos do português brasileiro, Serafim da Silva Neto, e por tantos outros eminentes linguistas (cf. LUCCHESI, 2001).

Porém, concordamos com Bortoni-Ricardo (2005, p. 22), quando diz:

Das sociedades ditas tradicionais, conserva o Brasil pelo menos duas características: a grande variação no repertório verbal e o acesso limitado à norma-padrão. Apresenta, todavia, a característica da fluidez e da permeabilidade típicas das sociedades modernas, que resulta numa situação de um gradiente de variabilidades linguísticas, muito diferente da dialetação discreta e compartimentada das sociedades de castas.

Assim, tomando como referência preliminar para a análise os dois pólos da realidade linguística brasileira, podem-se traçar continua, como faz essa autora (2005: 40):

Percebo a ecologia do português brasileiro como um continuum de urbanização, que se estende desde as variedades rurais geograficamente isoladas (...) até a variedade urbana culta (...).
(...)
A par do continuum de urbanização, outro parâmetro que a nossa pesquisa recente demonstrou ser produtivo na descrição do português brasileiro é um continuum de letramento, cujos pólos são constituídos, respectivamente, por práticas sociais de oralidade e práticas sociais de letramento.
(...)
Aos dois parâmetros já mencionados para análise do uso da língua, (...), queremos acrescentar um terceiro, referente à monitoração estilística.

Tais continua, particularmente o rural-urbano [3], constituem ferramentas teóricas importantes para se analisar as vertentes que ligam a norma culta à norma popular. Lucchesi (2001 e 2002) destacou os processos de mudança que operam nessa relação entre as normas culta e popular, sobretudo a partir de meados do século XX. Se muitos dos processos de variação que se observam hoje na norma culta podem ser associados a processos de mudança de baixo para cima, resultantes do contato dos indivíduos da elite sócio-econômica com as classes mais baixas, a crescente influência dos grandes centros sobre as demais regiões do país tem desencadeado processos de variação e mudança no sentido da redução na frequência de uso de variantes socialmente estigmatizadas, sobretudo entre os segmentos da norma popular com orientação para o prestígio [4].

Nesse sentido, a urbanização da sociedade brasileira, associada ao aumento da mobilidade, favorecem ao contato dialetal e ao nivelamento linguístico, conforme sugerido por Milroy (2003). Esse nivelamento linguístico teria como centros de difusão as grandes cidades brasileiras. Nesse sentido, pode-se pensar em um processo de difusão diatópica da mudança linguística desde os grandes centros urbanos, passando pelas cidades de médio e pequeno porte, até atingir as comunidades rurais, nos moldes sistematizados por Chambers & Trudgill (1980). Esse foi um aspecto central desenvolvido na segunda etapa desta pesquisa, que focalizou o português popular do interior do Estado da Bahia.

No crescente processo de nivelamento linguístico que se observa no país desde a segunda metade do século XX, a partir dos modelos da norma urbana culta, os meios de comunicação de massa têm um papel decisivo. Assim, a utilização da variável exposição à mídia, conforme sugerido por Bortoni-Ricardo (2005), mostrou-se bastante produtiva nos processos de variação e mudança observadas na norma popular no sentido da redução da frequência de uso de variantes socialmente estigmatizadas, como ocorreu na análise de Silva (2005) sobre a variação na concordância verbal em três comunidades do município de Poções, integrante da segunda etapa deste Projeto.

Um outro fator relevante a considerar nesse processo de difusão da mudança linguística a partir dos modelos de prestígio que emanam dos grandes centros urbanos são as redes sociais. Segundo esse conceito, a densidade e a multiplexidade de relações entre os indivíduos de uma determinada comunidade podem tornar essa comunidade mais receptiva ou refratária aos padrões linguísticos normatizadores (cf. MILROY, 1980). Desse modo, em comunidades mais fechadas e tradicionais, como as que existem na zona rural, a rede de relações sociais é mais densa e essas relações têm múltiplas dimensões (nas relações entre si, os indivíduos assumem muitos papéis), tornando essas comunidades mais refratárias à normalização linguística em processos de mudança de cima para baixo. Já nas comunidades de tipo urbano, as redes sociais são menos densas (já que cada indivíduo só se relaciona com uma parcela reduzida do conjunto de indivíduos da comunidade) e em suas relações os indivíduos tem um papel definido, são, portanto, uniplex. Esse tipo de comunidade é mais receptiva à influência de padrões institucionais e de prestígio social.

No universo dos bairros populares da cidade de Salvador, o recurso às redes sociais pode ser muito produtivo para distinguir o perfil de bairros mais tradicionais de ocupação mais antiga dos bairros que resultaram do crescimento mais recente da cidade. Uma hipótese seria a de que os primeiros contivessem redes mais densas que os segundos, e isso se refletiria na velocidade de assimilação das variantes de prestígio descoberto da norma culta.

Portanto, na análise da norma popular urbana da cidade de Salvador e de sua região metropolitana, será fundamental capturar fatores como as redes sociais e a exposição à mídia, além dos indicadores das variáveis sociais clássicas da análise variacionista, para chegar a um diagnóstico preciso sobre os processos de variação e mudança em curso nessa variedade do português brasileiro.

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NOTAS

[1] Para uma reflexão sobre o conceito de comunidade de fala, veja-se também Guy (2000).

[2] Para uma revisão do conceito de estereótipo, ver Labov (1972), Tarallo & Alkimn (1987) e Lucchesi (2002).

[3] Cf. Bortoni-Ricardo (2005, p. 51): "O continuum de urbanização é muito relevante porque as categorias rural e urbano são indispensáveis para conhecer a realidade do Brasil, país que até meados do século XX tinha uma economia essecialmente rural".

[4] Para os conceitos de mudança de cima para baixo versus mudança de baixo para cima e de orientação para o prestígio versus orientação para a identidade, veja-se Labov (1982 e 1994, entre outros).

REFERÊNCIAS

BORTONI-RICARDO, Stella Maris (2005). Nós cheguemu na escola, e agora? São Paulo: Parábola.

CHAMBERS, J. K.; TRUDGILL, Peter (1980). Dialectology. Cambridge: Cambridge University Press.

GUY, Gregory (2000). A identidade linguística da comunidade de fala: paralelismo interdialetal nos padrões linguísticos, Organon, 14(28-9): 17-32.

LABOV, William (1972). Sociolinguistic Patterns. Philadelphia: University of Pennsylvania Press. [Padrões Sociolinguísticos. Trad.: Marcos Bagno; Marta Scherre e Caroline Cardoso. São Paulo: Parábola, 2008.]

LABOV, William (1974). Estágios na aquisição do inglês standard. In.: FONSECA, M. e NEVES, M. (orgs.). Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado.

LABOV, William (1982). Building on Empirical Foundations. In: Lehmann, W. & Malkiel, Y. (eds.) Perspectives on Historical Linguistics. Amsterdam: John Benjamins: 17-92.

LABOV, William (1994). Principles of Linguistic Change. Oxford/Cambridge: Blackwell.

LUCCHESI, Dante (1994). "Variação e norma: elementos para uma caracterização sociolinguística do português do Brasil", Revista Internacional de Língua Portuguesa, Lisboa: Associação das Universidades de Língua Portuguesa, 12: 17-28.

LUCCHESI, Dante (2001). "As duas grandes vertentes da história sociolinguística do Brasil", D.E.L.T.A.,São Paulo: 17: 1, 97-130.

LUCCHESI, Dante (2002). Norma Linguística e Realidade Social. In: BAGNO, Marcos (org.). Linguística da Norma. São Paulo: Loyola, p. 63-92.

LUCCHESI, Dante (2006). Parâmetros sociolinguísticos do português brasileiro, Revista da ABRALIN, vol. V, nº 1 e 2, 2006, p. 83-112.

MILROY, Lesley (1980). Language and Social Networks. Oxford: Basil Blackwell.

SILVA, Jorge Augusto A. (2005). A concordância verbal de terceira pessoa do plural no português popular do Brasil: um panorama sociolinguístico de três comunidades do interior do Estado da Bahia. UFBA: Tese de Doutorado, ms.

TARALLO, Fernando & ALKMIN, Tania (1987). Falares Crioulos: Línguas em contato. São Paulo: Ática.

WEINREICH, Weinreich; LABOV, William; HERZOG, Marvin. (1968). "Empirical Foundations for Theory of Language Change". In: LEHMANN, Paul; MALKIEL, Yakov. (eds.) Directions for Historical Linguistics. Austin: University of Texas Press: 95-188. [Fundamentos empíricos para uma teoria da mudança linguística. Trad.: Marcos Bagno; revisão técnica: Carlos Alberto Faraco. São Paulo: Parábola, 2006.]

 
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